5 Recursos de Segurança Importantes em um Torniquete para Controle de Acesso

5 Recursos de Segurança Importantes em um Torniquete para Controle de Acesso

Torniquetes, também conhecidos como catracas de corpo inteiro, fornecem um altos nível de segurança. Mas, por que a maioria ambientes de alta segurança os usa afinal? Aqui estão os recursos de segurança mais importantes que você obtém com torniquetes

1. Barreira Completa

Os torniquetes atuam como barreiras totais. Por exemplo, compare-os com as tradicionais catracas. Uma pessoa poderia simplesmente pular por cima de uma catraca ou rastejar por baixo dela.

Torniquetes não têm essa “falha”. Isso porque eles geralmente cobrem toda a largura e altura do ponto de entrada. Na maioria das vezes, os torniquetes têm cerca de 2.5 metros de altura.

Além disso, você pode instalar torniquetes em ambientes externos e elas terão a mesma utilidade. Alguns modelos externos vêm com um teto de metal. O telhado protegerá os componentes eletrônicos e evitará que as pessoas subam por cima deles. Portanto, a única coisa que você precisa fazer é proteger a área lateral com uma cerca.

2. Construção robusta em metal

Os torniquetes são portões de metal duráveis. Na maioria dos casos, eles são feitos de ferro, alumínio ou aço inoxidável. Portanto, seria difícil danificá-los com força física. Além disso, eles são resistentes a climas adversos. Porém, alguns modelos são destinados apenas para uso interno.

Além disso, as hastes de metal giratórias tornam difícil que duas pessoas fiquem perto uma da outra, muito menos entrem juntas. Esse recurso de design limita a entrada a apenas uma pessoa por vez e evita a utilização não autorizada.

3. Mecanismo de bloqueio

Os torniquetes podem vir com mais de um mecanismo de travamento. Um deles evita múltiplas entradas bloqueando instantaneamente as hastes de metal após uma única passagem. O outro é eficaz em caso de bloqueio de segurança.

Por exemplo, se uma pessoa não autorizada entrar em uma área restrita, o portão pode ser trancado para impedir a saída. Portanto, o sistema de bloqueio pode desativar a entrada e saída até que o problema de segurança seja resolvido.

Por esse motivo, torniquetes são comuns em cadeias e prisões. Eles podem não apenas limitar a entrada, mas também impedir que as pessoas saiam do prédio.

Em caso de emergência, o mecanismo de bloqueio pode ser desativado para permitir a passagem livre.

4. Controle de Velocidade

Controlar a velocidade com que as pessoas passam pelo portão é um importante recurso de segurança. Os torniquetes permitem definir a velocidade dos braços rotativos de metal.

Se quiser monitorar de perto cada entrada, você pode diminuir a velocidade dos braços rotativos. Mas, caso você queira acelerar o tráfego e ainda limitar a entrada a uma pessoa por vez, pode aumentar a velocidade.

5. Dispositivos para controle de acesso

Torniquetes geralmente vêm equipados com dispositivos de controle de acesso. Leitores RFID, leitores de código de barras ou de impressão digital estão entre os mais populares. Eles limitam o acesso apenas a pessoas com autorização adequada.

Portanto, os dispositivos de controle de acesso eliminam a necessidade de um segurança. Eles usam software e bancos de dados para filtrar pessoas autorizadas daquelas que não são.

Dependendo do nível de segurança, você pode instalar catracas com diferentes dispositivos de controle de acesso. Por exemplo, scanners de identificação podem ser menos seguros do que scanners de rosto ou impressão digital.

Portas Automáticas, Sem Contato Físico, Reduzem Contágio de Coronavirus (COVID)

Portas Automáticas, Sem Contato Físico, Reduzem Contágio de Coronavirus (COVID)

A abordagem ideal para reduzir a transmissão do coronavírus e de outros vírus em entradas de estabelecimentos é tornar a operação das portas totalmente livre de contato físico. Embora os sistemas de portas automáticas sejam adaptáveis em qualquer local, não são amplamente utilizadas. Apesar de mais caras do que as portas manuais, seus benefícios podem justificar o investimento.

Portas automáticas oferecem diversas vantagens, além de reduzir as chances de transmissão do coronavírus. Tornam mais conveniente o acesso das pessoas que entram e saem de um estabelecimento, especialmente aqueles que transportam pacotes, cadeirantes e até mesmo mulheres com carrinhos de bebês. Reduze o risco de pessoas serem atingidas fechando portas com dobradiças ou ter os dedos presos entre uma porta e seu batente.

Sistema Classico De Porta Automática Deslizante em Shopping

Em áreas de alto fluxo de passagens, os sistemas de portas automáticas têm sido mais duráveis e menos prejudiciais a passagem de pessoas. Embora não isentos de manutenção, reduzem os níveis de estresse causado por portas com dobradiças, especialmente em entradas de alto uso ou quando os usuários bloqueiam a porta aberta.

Podemos encontrar três tipos básicos de portas automáticas – giratórias, deslizantes e basculantes. Os cliente pode utilizar qualquer um desses tipos para reduzir a necessidade de contato físico com a porta, baseando a seleção nas limitações do local. Com uma variedade de opções e custo relativamente baixo para os clientes, a maioria das portas – incluindo aquelas construídas em madeira, metal ou vidro – podem ser convertidas de operação manual para automática.

Embora muitos locais tenham portas automáticas, poucas delas são verdadeiramente sem toque. A maioria das portas automáticas requer um dispositivo de ativação, como uma chave, teclado, biometria ou scanner de cartão. Esses dispositivos reduzem, mas não eliminam, a necessidade de contato físico entre o usuário e o hardware da porta.

Clientes possuem opções para tornar a operação da porta verdadeiramente sem contato. A opção de tecnologia mais simples é o sensor de movimento. A maioria dos sensores usa infravermelho, microondas ou ultrassom para detectar um objeto se movendo em direção à porta e ativar o sistema da porta. O alcance do sensor pode ser ajustado até 10 pés de sua localização.

Eles são mais adequados para uso em aplicações com altos níveis de tráfego, incluindo órgãos públicos, edifícios comerciais, escolas, aeroportos e supermercados. Sua maior desvantagem é que alguns sensores não podem diferenciar entre uma pessoa caminhando em direção à porta e outro objeto, como um animal. Sistemas de porta com sensor de movimento não fornecem nenhum nível de controle de acesso.

Outra opção é o botão sem toque para abrir. Esses botões usam tecnologia de infravermelho ou micro-ondas para detectar movimento, normalmente dentro de 4-5 polegadas do botão. O sensor então aciona a porta. Um simples aceno de mão perto do sensor é o necessário para ativar o equipamento.

Ao exigir uma ação positiva por parte da pessoa que entra em um prédio, os botões sem toque reduzem a incidência de aberturas de portas não intencionais causadas por destroços levados pelo vento. Ocasião frequente em portas com sensor de movimento, os botões sem toque não fornecem nenhum nível de controle de acesso. São mais adequados para aplicações com níveis moderados de fluxo de pessoas.

Para limitar o acesso através das portas, mantendo a operação sem toque, clientes possuem diversas opções. Os passantes podem usar cartões-chave para controladora de acesso. O sistema de controle de acesso então valida o cartão-chave ou chaveiro e ativa a porta. O sistema oferece a vantagem adicional de rastrear quem entra no prédio e quando entra.

Os passantes também podem usar smartphones para operação sem toque. Um aplicativo se comunica via Bluetooth com um leitor. O usuário só precisa passar o telefone perto do leitor. Como acontece com o sistema de cartões de proximidade, o sistema de controle de acesso do smartphone opera a porta e rastreia a atividade de entrada.

Juntando Tudo

Converter entradas de locais em abertura sem toque pode ser um desafio significativo para os gerentes de instalações com várias entradas. Os técnicos terão que instalar sistemas de porta e leitores sem toque. No caso de sistemas que usam cartão de proximidade, fobs ou smartphones, os clientes terão que distribuir cartões ou garantir que os telefones sejam atualizados com os aplicativos. Mais importante ainda, os gerentes terão que informar os utilizadora sobre as mudanças feitas e por quê.

Se um local tiver um grande número de entradas, os gerentes não devem tentar fazer todas as atualizações de uma vez. Em vez disso, devem começar com as entradas mais usadas primeiro, porque essas entradas proporcionarão o máximo de benefícios para os moradores e visitantes de indústrias ou edifícios. Outras entradas com níveis passagem menores podem ser temporariamente restritas até que possam ser atualizadas.

Começar aos poucos também assegura aos gerentes chances de testar a eficácia das mudanças antes de se comprometerem com o uso amplo no local. Usando essa abordagem, se pode ver qual sistema funciona melhor com um tipo específico de porta e o nível passagens que ela deve suportar.

James Piper, P.E., é um consultor americano de Bowie, Maryland. Possui em seu currículo 35 anos de experiência em manutenção de prédios e indústrias, engenharia e questões de gerenciamento.

Fonte: https://www.facilitiesnet.com/security/article/Automatic-Touchless-Doors-Can-Help-Slow-the-Spread-of-Coronavirus–19048

O que Observar Ao Comprar um Portal Detector de Metais

O que Observar Ao Comprar um Portal Detector de Metais

1. Facilidade de uso

Um sistema de segurança avançado deve ser facilmente configurado e operado. Painel de funções simples e intuitivo é um item que deve observado na hora de comprar este tipo de equipamento. A disposição dos indicadores luminosos de status do equipamento como zonas de detecção, indicador de massa metálica, sinaleira para o passante etc. devem estar bem localizados e com uma intensidade de luz suficiente para que os operadores visualizem a distância.

2. Sensibilidade

Detectores de alta sensibilidade podem detectar desde pequenos componentes eletrônicos até mesmo jóias. Definir o padrão de sensibilidade necessário do portal detector de metais é essencial para seu bom uso. Diálogos com o fornecedor a fim de assegurar que o equipamento em negociação atende seus requisitos é de grande importância na hora de adquirir o detector. Algumas empresas podem emitir declarações de fornecedor mediante envio de amostras.

3. Estabilidade

Equipamentos detectores de metais recebem muita interferência de influências mecânicas, eletromagnéticas e eletrônicas. Um equipamento estável é aquele que emite o menor numero possível de alarmes falsos, a forma com que o detector de metais foi projetado eletronicamente (filtros, métodos de analise de espectro etc.) e mecanicamente (design, robustez e aplicação de materiais) influenciam diretamente em sua estabilidade.

4. Preço

Em meio aos desafios econômicos atuais, o preço possui uma grande importância na aquisição de qualquer bem capital. Nem sempre detectores com um valor abaixo do mercado são realmente os mais baratos, se deve levar em conta inúmeros fatores para calcular seu real valor a longo prazo. Detectores de metais de alta qualidade normalmente são mais caros, porém o custo de manutenção após garantia e o tempo de inatividade ou problemas ao longo de sua vida útil podem justificar o valor de aquisição mais elevado.

5. Manutenção

Em pontos de revista de alta segurança a utilização do detector de metais é imprescindível, por essa razão o tempo de inatividade dos equipamentos, deve ser o mínimo possível. É muito importante verificar se a empresa fornecedora do equipamento de detecção de metais possui rede de assistência técnica próxima, apta e com peças sobressalentes disponível para um atendimento eficaz.

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Detectores de Metais e a Prevenção de Furtos Na Indústrias e Comércio

Detectores de Metais e a Prevenção de Furtos Na Indústrias e Comércio

Mercado em ascensão quando falamos de detectores de metais, pode diminuir ou até eliminar a ocorrência de roubos em estabelecimentos que fizerem seu uso.

Alguns setores que utilizam detectores de metais para prevenção de furtos são: joalherias, depósitos, transportadoras, comércio, indústrias de manufatura, estabelecimento de desenvolvimento de projetos de alta confidencialidade, entre outros.

É essencial saber qual o tipo do menor material que o cliente deseja detectar neste mercado, para isso, o procedimento padrão é a solicitação do envio de amostras , esta deve ser analisada pelo fornecedor do dispositivo e posteriormente enviado um feed-back ao cliente indicando os resultados do teste.

Os clientes de soluções para prevenção de furtos normalmente não estão habituados com os procedimentos para o bom funciona mento do detector, cabe ao fornecedor instruir o cliente de todos os aparatos e rotinas necessárias para sua operação. A contratação de um vigilante é de total necessidade. Além do estabelecimento de procedimentos padrão para teste periódico do detector.

Uma dúvida muito freqüente dos clientes desse nicho é relativa a a legislação brasileira vigente sobre o uso de detectores de metais na saída de estabelecimentos. Mais informações podem ser verificadas no texto abaixo:

REVISTA PESSOAL E DE VEÍCULOS DE FUNCIONÁRIOS

Ellen Cristine Salzedas Muniz: Advogada do escritório Marcos Martins Advogados Associados. Especialista em Direito Processual Civil.

O texto a seguir tem como escopo tratar de forma simples e objetiva um tema que gera inúmeros pedidos de indenizações por danos morais em nossa Justiça do Trabalho.

Pois bem. Em primeiro lugar, cumpre informar que os nossos Tribunais vêm demonstrando entendimento no sentido de ser cabível a revista pessoal de funcionários, desde que respeitados os direitos à intimidade, imagem e honra dos mesmos.

Tais procedimentos encontram embasamento no poder diretivo e de fiscalização do empregador, poderes esses que possuem obviamente limites, os quais devem ser respeitados, sob pena de causar dano à moral dos funcionários.

Neste aspecto, devemos nos atentar para os ensiname ntos do jurista Irany Ferrari e Melchíades Rodrigues Martins (2006, p. 403):

Verifica-se, portanto que o poder diretivo do empregador não é absoluto, encontrando restrições quando vier a colidir com os direitos da personalidade da pessoa do trabalhador, direitos estes consagrados no Texto Constitucional e no Código Civil em vigor, e, mais, ainda, associados aos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa que constituem também fundamentos da República (art. 1º, IV). Os empregados também devem respeitar as normas estabelecidas pelo seu empregador dentro de um respeito mútuo, não desvirtuando das atribuições do seu cargo e contribuindo para a formação de um ambiente sadio e produtivo que leva à integração dos institutos decantados pelo novo Código Civil e ligados à função social do contrato de e à função social da empresa. […]. E quanto ao poder diretivo do empregador, impõe-se a observância dos mencionados limites que se transmudam em garantias para os trabalhadores e também para os empregadores, pois tais direitos, numa acepção ampla, se convergem para o sucesso do empreendimento. A priori, cumpre dizer que é proibido ao empregador realizar a revista íntima da mulher, consoante previsto no artigo 373-A, inciso VI da Consolidação das Leis do Trabalho: Art. 373-A. Ressalvadas as disposições legais destinadas a corrigir as distorções que afetam o acesso da mulher ao mercado de trabalho e certas especificidades estabelecidas nos acordos trabalhistas, é vedado: VI – proceder o empregador ou preposto a revistas íntimas nas empregadas ou funcionárias. (red. L. 9.799/99) (CARRION, 2010, p. 289)

Lembra-se apenas que, embora os Tribunais entendam pela admissão de realização de revista pessoal nos funcionários, tal procedimento deve ser feito com extrema cautela, pois, caso contrário, qualquer abuso, por mínimo que seja, praticado pelo empregador poderá acarretar dano moral cometido em face do trabalhador.

Assim, é conveniente que todo e qualquer procedimento que venha a ser adotado pela empresa seja levado detalhadamente ao conhecimento de todos os colaboradores, por meio de comunicados distribuídos por todos os locais de grande visibilidade nas dependências da empresa.

Importante ser destacado que as revistas (pessoais e em objetos) devem ser procedidas em todos os funcionários, sem exceção, ou ao menos nossetores de maior risco de ocorrências, mas com a totalidade dos colaboradores neles atuantes, a fim de que isto não gere o sentimento de discriminação ou perseguição com este ou aquele indivíduo.

As revistas pessoais que impliquem em contato físico com os colaboradores deverão ser realizadas por pessoas especializadas nas áreas de segurança, sendo que a revista feminina deverá ser efetuada por mulheres, e a revista masculina por homens, sempre se respeitando a imagem, honra e intimidade dos funcionários.

As revistas (pessoais e em objetos) devem ser realizadas em locais apropriados e designados para tais procedimentos, não devendo ocorrer em quaisquer lugares da empresa indiscriminadamente, evitando-se, assim, situações vexatórias e constrangedoras.

Quanto às câmeras, faz-se importante ressaltar que em hipótese alguma deverão ser instaladas em locais como banheiros e vestiários. Caso haja instalação de tais equipamentos em outros locais da empresa, deverá haver comunicado visível de que aquele ambiente está sendo monitorado por meio de câmeras filmadoras.

Referência

CARRION, V. Comentários à consolidação das leis do trabalho: legislação complementar, jurisprudência. 35. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. FERRARI, I.; MARTINS, M.R. Dano moral: múltiplos aspectos nas relações de trabalho. 2. ed.

São Paulo: LTR, 2006. Com base no artigo acima verifica-se a legitimidade do uso de detectores de metais na saída de estabelecimentos industriais e comerciais para o fins de revista.

Com base no artigo acima verifica-se a legitimidade do uso de detectores de metais na saída de estabelecimentos industriais e comerciais para o fins de revista.

Os ajustes do detector quando utilizado para prevenção de furtos, prioriza a identificação de todos tipo de metais. Por esse motivo é importante ressaltar aos clientes que se usado em sua sensibilidade máxima o detector pode vir a ser acionado por botões, zíper e armações de sapatos. Muitas empresas estabelecem como padrão o uso de sapatos sem armação e de macacões sem zíper ou botões, adequando seus uniformes ao uso dos detectores de metais.

Casos de uso do detector para prevenção de furtos:

    • Indústria metal mecânica: Prevenção de furto de peças, ferramentas, insumos, entre outros.
    • Indústria eletrônica: Roubo de componentes, placas, cobre, ferramentas, entre outros.
    • Centros de desenvolvimento de projetos ou centros de processamento de dados sigilosos: Prevenção da saída de colaboradores portando pendrives e hds com informações sigilosas ou ainda protótipos sigilosos.
    • Centros de distribuição e transportadoras: Prevenção de roubo dos mais diversos tipos de objetos metálicos.
    • Joalherias: Roubo de jóias, relógios, peças metálicas de valor.
    • Indústrias alimentícias: Prevenção de roubo de facas, serras, entre outros.
  • Indústria farmacêutica: Prevenção de roubo de cartelas metalizadas de remédios.

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Porta de Segurança Para Comércios e Joalherias

Porta de Segurança Para Comércios e Joalherias

Cada vez mais frequentes, os assaltos a estabelecimentos comerciais e privados evidenciam o aumento da violência no país. A crise e o desemprego são fatores agravantes e a curto prazo não apresentam cenário de melhora. As principais ferramentas na hora da proteção patrimonial são o CFTV, alarme e segurança privada, dispositivos com limitações. No caso de assalto, realizar a identificação do criminoso através de CFTV normalmente não é possível ou devido a baixa qualidade das imagens ou utilização de proteção na face dos criminosos. O alarme, se trata de solução meramente corretiva, e é acionado durante ou após o ocorrido. Seguranças privados possuem alto custo, e infelizmente é comum ouvir casos de seu envolvimento com os criminosos nos noticiários, já que estes conhecem nos mínimos detalhes a rotina do estabelecimento.

A mesma situação podia ser encontrada nas agências bancárias durante a década de 80, alta da criminalidade, grande incidência de assaltos e soluções de segurança como blindagem de caixas, alarme e seguranças armados, todos somente efetivos como ações corretivas. É nesta mesma época que surgem as portas giratórias detectores de metais (PGDM) primeira ferramenta totalmente preventiva a assaltos implementado pelos bancos. A porta de segurança com detector de metais se diferencia de outras soluções já que inibe o criminoso antes mesmo de sua entrada ao local. O resultado foi tão positivo que acabou sendo implantada em todo território nacional.

A INSETEC acompanhou de perto esta história e vem sendo um dos principais fornecedores das instituições financeiras desde então. Em meados do ano 2000 inicia a fabricação de eclusas automáticas com detectores de metais, equipamento composto por duas portas automáticas deslizantes e detector de metais em seu interior. Inicialmente este equipamento é implementado em agências bancárias destinadas a clientes de alto poder aquisitivo. O sucesso do equipamento foi imediato já que deixa o dispositivo de segurança mais amigável, visualmente agradável e convidativo ao usuário. Visando a segurança e o bem estar da sociedade, sem esquecer do design e intuitividade a INSETEC inicia implantação deste sistema de segurança em joalherias e estabelecimentos comerciais, tendo grande aceitação com diversos cases de sucesso no mercado privado.

As principais vantagens que acompanham esta nova geração de portas de segurança é seu apelo estético personalizável, disponível em diversos tipos de acabamentos e revestimentos, o impacto amigável que a porta deslizante automática traz a qualquer estabelecimento comercial, se abrindo com a aproximação de um possível cliente, o convidando a entrar e conhecer o estabelecimento. Outras vantagens que acompanham este equipamento são o isolamento térmico e acústico, como em nem um momento as duas portas abrem ao mesmo tempo não há troca de calor ou frio entre ambiente interno e externo e há sempre uma barreira acústica. Devido a largura de passagem, a eclusa automática é compatível com a entrada de cadeirantes sem a necessidade de adaptações ou portas auxiliares.

A operação da eclusa automática com detectores de metais é simples. Ao se aproximar da entrada a porta de correr abre e o usuário atravessa o detector de metais em seu interior. Na ausência de metais perigosos a primeira porta de fecha e a segunda se abre. No caso detecção de metais a segunda porta fica travada até que o responsável do estabelecimento verifique os objetos metálicos do usuário e libere através de controle remoto, fechando a primeira porta e abrindo a segunda.

O medo e a insegurança do dia-a-dia de joalherias e outros tipos de comércios que trabalham com mercadorias de alto valor pode ser reduzido com a utilização de portas de segurança, é um investimento com retorno e satisfação garantidos.

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