O que Observar Ao Comprar um Portal Detector de Metais

O que Observar Ao Comprar um Portal Detector de Metais

1. Facilidade de uso

Um sistema de segurança avançado deve ser facilmente configurado e operado. Painel de funções simples e intuitivo é um item que deve observado na hora de comprar este tipo de equipamento. A disposição dos indicadores luminosos de status do equipamento como zonas de detecção, indicador de massa metálica, sinaleira para o passante etc. devem estar bem localizados e com uma intensidade de luz suficiente para que os operadores visualizem a distância.

2. Sensibilidade

Detectores de alta sensibilidade podem detectar desde pequenos componentes eletrônicos até mesmo jóias. Definir o padrão de sensibilidade necessário do portal detector de metais é essencial para seu bom uso. Diálogos com o fornecedor a fim de assegurar que o equipamento em negociação atende seus requisitos é de grande importância na hora de adquirir o detector. Algumas empresas podem emitir declarações de fornecedor mediante envio de amostras.

3. Estabilidade

Equipamentos detectores de metais recebem muita interferência de influências mecânicas, eletromagnéticas e eletrônicas. Um equipamento estável é aquele que emite o menor numero possível de alarmes falsos, a forma com que o detector de metais foi projetado eletronicamente (filtros, métodos de analise de espectro etc.) e mecanicamente (design, robustez e aplicação de materiais) influenciam diretamente em sua estabilidade.

4. Preço

Em meio aos desafios econômicos atuais, o preço possui uma grande importância na aquisição de qualquer bem capital. Nem sempre detectores com um valor abaixo do mercado são realmente os mais baratos, se deve levar em conta inúmeros fatores para calcular seu real valor a longo prazo. Detectores de metais de alta qualidade normalmente são mais caros, porém o custo de manutenção após garantia e o tempo de inatividade ou problemas ao longo de sua vida útil podem justificar o valor de aquisição mais elevado.

5. Manutenção

Em pontos de revista de alta segurança a utilização do detector de metais é imprescindível, por essa razão o tempo de inatividade dos equipamentos, deve ser o mínimo possível. É muito importante verificar se a empresa fornecedora do equipamento de detecção de metais possui rede de assistência técnica próxima, apta e com peças sobressalentes disponível para um atendimento eficaz.

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Porta de Segurança Para Comércios e Joalherias

Porta de Segurança Para Comércios e Joalherias

Cada vez mais frequentes, os assaltos a estabelecimentos comerciais e privados evidenciam o aumento da violência no país. A crise e o desemprego são fatores agravantes e a curto prazo não apresentam cenário de melhora. As principais ferramentas na hora da proteção patrimonial são o CFTV, alarme e segurança privada, dispositivos com limitações. No caso de assalto, realizar a identificação do criminoso através de CFTV normalmente não é possível ou devido a baixa qualidade das imagens ou utilização de proteção na face dos criminosos. O alarme, se trata de solução meramente corretiva, e é acionado durante ou após o ocorrido. Seguranças privados possuem alto custo, e infelizmente é comum ouvir casos de seu envolvimento com os criminosos nos noticiários, já que estes conhecem nos mínimos detalhes a rotina do estabelecimento.

A mesma situação podia ser encontrada nas agências bancárias durante a década de 80, alta da criminalidade, grande incidência de assaltos e soluções de segurança como blindagem de caixas, alarme e seguranças armados, todos somente efetivos como ações corretivas. É nesta mesma época que surgem as portas giratórias detectores de metais (PGDM) primeira ferramenta totalmente preventiva a assaltos implementado pelos bancos. A porta de segurança com detector de metais se diferencia de outras soluções já que inibe o criminoso antes mesmo de sua entrada ao local. O resultado foi tão positivo que acabou sendo implantada em todo território nacional.

A INSETEC acompanhou de perto esta história e vem sendo um dos principais fornecedores das instituições financeiras desde então. Em meados do ano 2000 inicia a fabricação de eclusas automáticas com detectores de metais, equipamento composto por duas portas automáticas deslizantes e detector de metais em seu interior. Inicialmente este equipamento é implementado em agências bancárias destinadas a clientes de alto poder aquisitivo. O sucesso do equipamento foi imediato já que deixa o dispositivo de segurança mais amigável, visualmente agradável e convidativo ao usuário. Visando a segurança e o bem estar da sociedade, sem esquecer do design e intuitividade a INSETEC inicia implantação deste sistema de segurança em joalherias e estabelecimentos comerciais, tendo grande aceitação com diversos cases de sucesso no mercado privado.

As principais vantagens que acompanham esta nova geração de portas de segurança é seu apelo estético personalizável, disponível em diversos tipos de acabamentos e revestimentos, o impacto amigável que a porta deslizante automática traz a qualquer estabelecimento comercial, se abrindo com a aproximação de um possível cliente, o convidando a entrar e conhecer o estabelecimento. Outras vantagens que acompanham este equipamento são o isolamento térmico e acústico, como em nem um momento as duas portas abrem ao mesmo tempo não há troca de calor ou frio entre ambiente interno e externo e há sempre uma barreira acústica. Devido a largura de passagem, a eclusa automática é compatível com a entrada de cadeirantes sem a necessidade de adaptações ou portas auxiliares.

A operação da eclusa automática com detectores de metais é simples. Ao se aproximar da entrada a porta de correr abre e o usuário atravessa o detector de metais em seu interior. Na ausência de metais perigosos a primeira porta de fecha e a segunda se abre. No caso detecção de metais a segunda porta fica travada até que o responsável do estabelecimento verifique os objetos metálicos do usuário e libere através de controle remoto, fechando a primeira porta e abrindo a segunda.

O medo e a insegurança do dia-a-dia de joalherias e outros tipos de comércios que trabalham com mercadorias de alto valor pode ser reduzido com a utilização de portas de segurança, é um investimento com retorno e satisfação garantidos.

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Riscos Do Uso de Portal Detector de Metais: Sistema Tradicional de Revistas X Sistema de Registro de Imagens Vaktare

Riscos Do Uso de Portal Detector de Metais: Sistema Tradicional de Revistas X Sistema de Registro de Imagens Vaktare

Um dos pilares das relações trabalhistas é a linha tênue entre a sujeição dos empregados em face do poder patronal.Há uma subordinação do empregado em face do empregador, vez que entre eles existe um contrato de prestação de serviços, onde um ordena e o outro cumpre.

No âmbito das relações trabalhistas, a revista íntima de empregados tem suscitado emblemáticas discussões. De um lado as empresas que alegam o legítimo direito de realizar as revistas, em defesa do direito de propriedade, garantido pelo artigo 5º, inciso XXII, da Constituição Federal. Do outro, os trabalhadores reclamam da prática, regidos pelo princípio da invasão da intimidade e privacidade, garantido pelo inciso X do artigo acima referido.

As empresas, exercendo seu poder diretivo e fiscalizador, tem legitimidade para proceder à revista dos funcionários. Contudo, a Consolidação das Leis Trabalhistas (2017) prescreve no artigo 373-A que é vedado ao empregador ou preposto proceder a revistas íntimas dos funcionários. O cerne da questão é conciliar os limites do empregador em defesa de seu patrimônio com o respeito à dignidade do trabalhador.

É prática comum o procedimento de revista pessoal pelas empresas aos empregados, que acabam tendo seus objetos pessoais revistados. Tal procedimento é tolerável, desde que preservada a dignidade, intimidade e privacidade do trabalhador.

Para tanto, é necessário atender a alguns requisitos, tais como a realização somente na saída dos locais de trabalho, com escolha aleatória de funcionários. Ainda, é necessária a existência de um acordo entre o empregador e os seus  representantes, tais sejam, os sindicatos.

Considerando que a revista deve ter caráter impessoal, utilizando-se critérios objetivos, da forma mais discreta possível, a fim de evitar expor o empregado a qualquer situação vexatória e pública, sendo vedado a submissão do empregado a despir suas roupas e a realização da revista por pessoa de outro sexo.

Ocorre que mesmo respeitando estes requisitos, a revista pode ser considerada invasiva, uma vez que, ainda que sejam realizadas por pessoas do mesmo sexo, submeta-se a exame minucioso, detalhado, prolongado ou em presença de outros.

As jurisprudências dos Tribunais do Trabalho a seguir colacionadas, demonstram que a regulamentação é precária, uma vez que o legislador não deixou claro o limite da revista:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUSTAS. DESERÇÃO. Tendo a reclamada juntado o recolhimento das custas quando da interposição do recurso ordinário, o fato de ter juntado novas custas quando da interposição do recurso de revista, com erro material ou formal, não inviabiliza o seu processamento, pois a ausência na alteração da condenação pelo Tribunal Regional, afasta a necessidade de qualquer complementação das custas, que na Justiça do Trabalho são recolhidas uma única vez. Erro no recolhimento das custas da revista que não implica a deserção. Agravo de instrumento provido. RECURSO DE REVISTA. DANO MORAL. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. Nos termos da Súmula nº 392 do TST, a Justiça do Trabalho é competente para examinar o dano moral decorrente da relação de emprego. Recurso de revista não conhecido. DANO MORAL. REVISTA DE EMPREGADO. INDENIZAÇÃO. O Tribunal Regional concluiu pelo dano moral diante da imposição de revista pessoal e íntima do reclamante, que não era realizada em todos os empregados. Os arestos transcritos não tratam do dano moral nesta circunstância, uma vez que o reclamante era submetido a situação constrangedora, não imposta a outros empregados. Incidem as Súmulas nºs 23 e 296 do TST. Recurso de revista não conhecido. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. HIPÓTESE DE CABIMENTO. Na Justiça do Trabalho, a condenação ao pagamento de honorários advocatícios, nunca superiores a 15% (quinze por cento), não decorre pura e simplesmente da sucumbência, devendo a parte estar assistida por sindicato da categoria profissional e comprovar a percepção de salário inferior ao dobro do salário mínimo ou encontrar-se em situação econômica que não lhe permita demandar sem prejuízo do próprio sustento ou da respectiva família (Súmula nº 219 do TST). Recurso de revista parcialmente conhecido e provido. ( RR – 90540-98.2000.5.17.0001 , Relatora Juíza Convocada: Maria Doralice Novaes, Data de Julgamento: 19/04/2006, 4ª Turma, Data de Publicação: DJ 05/05/2006) (grifei)

REVISTA ÍNTIMA DE EMPREGADO E SEUS PERTENCES. OBSERVAÇÃO AOS LIMITES IMPOSTOS PELA RAZOABILIDADE, COMO FORMA DE ASSEGURAR A LICITUDE DA CONDUTA PATRONAL. Ofende a incolumidade subjetiva do empregado a utilização de procedimento de revista quando não efetuado em caráter geral que observe critérios objetivos. Ilicitude agravada por sua realização em local inapropriado, por se tratar de acesso comum às demais pessoas. Condenação à reparação por danos morais que se mantém.(TRT-1 – RO:12527320115010204 RJ: Relator: Nelson Tomaz Braga, Data de Julgamento: 04/07/2012, Sexta Turma, Data da Publicação: 2012-07-13) (grifei)

Diante de todo exposto, a ideia por nós apresentada é a utilização da tecnologia disponível a fim de evitar ao máximo a revista íntima, ou até mesmo excluí-la.

O sistema de utilização tradicional de uso dos portais detectores de metais, em todos os eventos de detecção, exige a manipulação humana no processo de revista.

detector de metais em industria

Nesse sentido, nossa empresa criou o Sistema de Registro de Imagens Para Detector de Metais do Tipo Portal Vaktare, visando uma solução rápida, econômica e segura para as empresas. O sistema Vaktare, captura uma foto do indivíduo, toda vez que este passa pelo equipamento em posse de metais acima do limite configurado no detector, dispensando a manipulação humana em tempo integral.

Assim, através de um banco de dados próprio, é fornecida para a empresa os  números de registros realizados dos colaboradores, apontado os maiores índices captados pelo detector. Dessa forma, a equipe de RH ou outro responsável, poderão solicitar esclarecimentos junto aos empregados sobre seu alto índice registros feito pelo equipamento. Tal procedimento é menos invasivo, embasado em registros imparciais, vez que são realizados por um equipamento. Além disso, é dispensado o contrato direto e invasivo da revista pessoal.

Tomando essas precauções, como cuidado ao proceder a revista e utilizando a tecnologia a seu favor, a empresa elimina quase que completamente os riscos de uma eventual demanda judicial, uma vez que não expõe o funcionário a situação vexatória. Sem perder, contudo, o objetivo da medida, que é ter um controle do seu patrimônio.

Juliane Pimentel – Advogada OAB/RS 108.053