Porta de Segurança Para Comércios e Joalherias

Porta de Segurança Para Comércios e Joalherias

Cada vez mais frequentes, os assaltos a estabelecimentos comerciais e privados evidenciam o aumento da violência no país. A crise e o desemprego são fatores agravantes e a curto prazo não apresentam cenário de melhora. As principais ferramentas na hora da proteção patrimonial são o CFTV, alarme e segurança privada, dispositivos com limitações. No caso de assalto, realizar a identificação do criminoso através de CFTV normalmente não é possível ou devido a baixa qualidade das imagens ou utilização de proteção na face dos criminosos. O alarme, se trata de solução meramente corretiva, e é acionado durante ou após o ocorrido. Seguranças privados possuem alto custo, e infelizmente é comum ouvir casos de seu envolvimento com os criminosos nos noticiários, já que estes conhecem nos mínimos detalhes a rotina do estabelecimento.

A mesma situação podia ser encontrada nas agências bancárias durante a década de 80, alta da criminalidade, grande incidência de assaltos e soluções de segurança como blindagem de caixas, alarme e seguranças armados, todos somente efetivos como ações corretivas. É nesta mesma época que surgem as portas giratórias detectores de metais (PGDM) primeira ferramenta totalmente preventiva a assaltos implementado pelos bancos. A porta de segurança com detector de metais se diferencia de outras soluções já que inibe o criminoso antes mesmo de sua entrada ao local. O resultado foi tão positivo que acabou sendo implantada em todo território nacional.

A INSETEC acompanhou de perto esta história e vem sendo um dos principais fornecedores das instituições financeiras desde então. Em meados do ano 2000 inicia a fabricação de eclusas automáticas com detectores de metais, equipamento composto por duas portas automáticas deslizantes e detector de metais em seu interior. Inicialmente este equipamento é implementado em agências bancárias destinadas a clientes de alto poder aquisitivo. O sucesso do equipamento foi imediato já que deixa o dispositivo de segurança mais amigável, visualmente agradável e convidativo ao usuário. Visando a segurança e o bem estar da sociedade, sem esquecer do design e intuitividade a INSETEC inicia implantação deste sistema de segurança em joalherias e estabelecimentos comerciais, tendo grande aceitação com diversos cases de sucesso no mercado privado.

As principais vantagens que acompanham esta nova geração de portas de segurança é seu apelo estético personalizável, disponível em diversos tipos de acabamentos e revestimentos, o impacto amigável que a porta deslizante automática traz a qualquer estabelecimento comercial, se abrindo com a aproximação de um possível cliente, o convidando a entrar e conhecer o estabelecimento. Outras vantagens que acompanham este equipamento são o isolamento térmico e acústico, como em nem um momento as duas portas abrem ao mesmo tempo não há troca de calor ou frio entre ambiente interno e externo e há sempre uma barreira acústica. Devido a largura de passagem, a eclusa automática é compatível com a entrada de cadeirantes sem a necessidade de adaptações ou portas auxiliares.

A operação da eclusa automática com detectores de metais é simples. Ao se aproximar da entrada a porta de correr abre e o usuário atravessa o detector de metais em seu interior. Na ausência de metais perigosos a primeira porta de fecha e a segunda se abre. No caso detecção de metais a segunda porta fica travada até que o responsável do estabelecimento verifique os objetos metálicos do usuário e libere através de controle remoto, fechando a primeira porta e abrindo a segunda.

O medo e a insegurança do dia-a-dia de joalherias e outros tipos de comércios que trabalham com mercadorias de alto valor pode ser reduzido com a utilização de portas de segurança, é um investimento com retorno e satisfação garantidos.

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Como Surgiram os Portais Detectores de Metais?

Como Surgiram os Portais Detectores de Metais?

Atualmente a aplicação de portais detectores de metais vai desde aeroportos, passando por tribunais e até casas de shows. O primeiro detector de metais tipo portal inventado em 1920 não tinha o intuito de identificar armas, ele foi criado para prevenir furtos.

circuito detector de metais

Primeiros Circuitos de Deteccão de Metais

Detectores de metais manuais foram criados no século 19. Porém somente em 1920 dois cientistas alemães acharam uma forma prática de revistar os funcionários em busca de peças de maquinas roubadas sem ter que revistar um a um. Em pouco tempo eles se deram conta que sua inovação poderia tornar-se uma tendência.

Nos anos vinte, H. Geffchen e H. Richter de Leipzig inventaram o “radio detetive” – hoje em dia conhecido como portal detector de metais – para uma grande indústria de manufatura alemã. Sem nem um contato físico, sua invenção realizava uma “revista efetiva de cada pessoa saindo da fabrica” e determinou “com efetividade e instantaneidade todos os portadores de objetos de caráter metálico”.
Esqueça os detectores de metais manuais que desperdiçavam muito tempo e deixavam brecha para erros. Agora a revista de funcionários é rápida e automática.

Em abril de 1926 a revista “Radio News” ilustrava em sua capa o equipamento, e anunciava, “Oscilador de Radio Detecta Furtos”. A revista explicava que os trabalhadores passavam individualmente pelo equipamento enquanto o operador utilizava um fone de ouvido ligado ao equipamento para escutar o alarme do detector de metais.

Na ilustração que acompanha o artigo, o equipamento ligado ao amplificador que produzia a oscilação na audio freqüência é demonstrado acima. O operador esta localizado a direita utilizando os fones de ouvido, que era conectado aos dois circuitos abaixo descritos, e emitia mudanças de som, no caso de alguma, enquanto os trabalhadores passavam. O grau de sensibilidade em relação a presença de metais atingida por este equipamento era impressionante.

O autor do artigo percebeu que mesmo partículas de pequenas dimensões eram captadas pelo equipamento alemão:

Mesmo relógios e chaves podiam ser detectados com certa precisão: na pratica o aparelho é ajustado para um pouco menos que o critico, assim pequenas quantidades de metais não causam sinais nos fones de ouvido. Para prevenir a detecção de objetos pessoais dos trabalhadores como, potes de lanche, térmicas e outros estes são depositados em uma mesa instalada logo ao lado do do equipamento. Os funcionários depositam qualquer item metálico sobre a mesa antes de passar pelo equipamento e voltam para buscar após a revista, antes de passar pelo portão principal.

O artigo continua a explicação que se o detector de metais desativado, o operador utiliza um detector de metais manual no indivíduo para determinar se ele esta escondendo algo. Revistas manuais acabaram se tornando coisa do passado com esta tecnologia futurística.

Primeiro Portal detector de metais

Primeiro Detector de Metais do Tipo Portal na Alemanha

Se o portal detector de metais identificava a presença de uma quantidade de metais maior que a permitida em um passante, este provavelmente iria ser revistado com mais calma. Uma pequena bobina de busca “detector de metais manual” era utilizada com este objetivo e utilizava um princípio de funcionamento similar ao portal. Através do movimento da pequena bobina pelo corpo da pessoa revistada, a localização da peça metálica era determinada com precisão no momento. Este detector de metais auxiliar era tão sensível que poderia detectar não somente moedas nos bolsos, mas também um alfinete na gravata ou restaurações metálicas nos dentes; e tudo isto sem nem ao menos entrar em contato com a pessoa revistada.

Porém não é a primeira vez que trabalhadores suspeitos induziram a utilização de equipamentos tecnológicos para inspecionar a saída de uma indústria. Em 1919 uma mineradora de diamantes africana iniciou a utilização de um equipamento raio-x para revistar seus empregados em busca de diamantes escondidos nas cavidades de seus corpos ou dentro de corte feitos de propósito.

Portanto eu imagino que a próxima vez que você passar por um aeroporto, e a revista aparentar ser um pouco intrusiva a você, definitivamente não é pior do que na Alemanha em 1920 ou na áfrica do sul em 1910. Acredite, houve uma grande melhora daqueles dias para cá.

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Fonte:

http://www.gizmodo.com.au/2013/06/walk-through-metal-detectors-were-invented-to-catch-thieving-employees/

O que é um torniquete?

O que é um torniquete?

Torniquete é um mecanismo que permite um local ter o controle da entrada e saída de pessoas. A maioria dos torniquetes consiste em um eixo central com três ou quatro braços que giram em torno de uma estrutura de proteção cilíndrica, esses braços permitem o controle da entrada e saída de indivíduos através de um mecanismo e uma parte eletrônica de controle.

Para passar por um torniquete, provavelmente será necessário apresentar uma identificação ou pagamento. Alguns simplesmente fazem a contagem das pessoas que passam por ele.

Torniquetes proporcionam segurança, controle de multidões, prevenção de perdas e controle de acesso ao estabelecimento.

Lugares que normalmente utilizam torniquetes inclue m parques, transportes públicos, aeroportos, indústrias e prédios comerciais.

O design do torniquete permite que somente uma pessoa de cada vez passe por ele. Historicamente a primeira aplicação de um torniquete foi em fazendas com o objetivo de evitar a passagem de animais pelas cercas, porém permitir que os fazendeiros passassem livremente por ela.

Outro uso do torniquete é manter o trafego de pedestres em uma só direção. A maioria dos torniquetes atuais possui giro mecânico e pode ser ajustado para funcionar em uma só direção ou em duas. O modulo que permite ou não a passagem normalmente é eletrônico com sensores RFID, leitores de código de barras ou outros. Se o módulo não autoriza a identificação o tíquete emite um alarme audível.

Torniquetes estão disponíveis em diversos tipos de acabamento como aço carbono, inox e vidro, diversas formas de braços giratórios, cores e modelos para as mais diversas situações como alta segurança e ambientes externos.

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Riscos Do Uso de Portal Detector de Metais: Sistema Tradicional de Revistas X Sistema de Registro de Imagens Vaktare

Riscos Do Uso de Portal Detector de Metais: Sistema Tradicional de Revistas X Sistema de Registro de Imagens Vaktare

Um dos pilares das relações trabalhistas é a linha tênue entre a sujeição dos empregados em face do poder patronal.Há uma subordinação do empregado em face do empregador, vez que entre eles existe um contrato de prestação de serviços, onde um ordena e o outro cumpre.

No âmbito das relações trabalhistas, a revista íntima de empregados tem suscitado emblemáticas discussões. De um lado as empresas que alegam o legítimo direito de realizar as revistas, em defesa do direito de propriedade, garantido pelo artigo 5º, inciso XXII, da Constituição Federal. Do outro, os trabalhadores reclamam da prática, regidos pelo princípio da invasão da intimidade e privacidade, garantido pelo inciso X do artigo acima referido.

As empresas, exercendo seu poder diretivo e fiscalizador, tem legitimidade para proceder à revista dos funcionários. Contudo, a Consolidação das Leis Trabalhistas (2017) prescreve no artigo 373-A que é vedado ao empregador ou preposto proceder a revistas íntimas dos funcionários. O cerne da questão é conciliar os limites do empregador em defesa de seu patrimônio com o respeito à dignidade do trabalhador.

É prática comum o procedimento de revista pessoal pelas empresas aos empregados, que acabam tendo seus objetos pessoais revistados. Tal procedimento é tolerável, desde que preservada a dignidade, intimidade e privacidade do trabalhador.

Para tanto, é necessário atender a alguns requisitos, tais como a realização somente na saída dos locais de trabalho, com escolha aleatória de funcionários. Ainda, é necessária a existência de um acordo entre o empregador e os seus  representantes, tais sejam, os sindicatos.

Considerando que a revista deve ter caráter impessoal, utilizando-se critérios objetivos, da forma mais discreta possível, a fim de evitar expor o empregado a qualquer situação vexatória e pública, sendo vedado a submissão do empregado a despir suas roupas e a realização da revista por pessoa de outro sexo.

Ocorre que mesmo respeitando estes requisitos, a revista pode ser considerada invasiva, uma vez que, ainda que sejam realizadas por pessoas do mesmo sexo, submeta-se a exame minucioso, detalhado, prolongado ou em presença de outros.

As jurisprudências dos Tribunais do Trabalho a seguir colacionadas, demonstram que a regulamentação é precária, uma vez que o legislador não deixou claro o limite da revista:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. CUSTAS. DESERÇÃO. Tendo a reclamada juntado o recolhimento das custas quando da interposição do recurso ordinário, o fato de ter juntado novas custas quando da interposição do recurso de revista, com erro material ou formal, não inviabiliza o seu processamento, pois a ausência na alteração da condenação pelo Tribunal Regional, afasta a necessidade de qualquer complementação das custas, que na Justiça do Trabalho são recolhidas uma única vez. Erro no recolhimento das custas da revista que não implica a deserção. Agravo de instrumento provido. RECURSO DE REVISTA. DANO MORAL. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. Nos termos da Súmula nº 392 do TST, a Justiça do Trabalho é competente para examinar o dano moral decorrente da relação de emprego. Recurso de revista não conhecido. DANO MORAL. REVISTA DE EMPREGADO. INDENIZAÇÃO. O Tribunal Regional concluiu pelo dano moral diante da imposição de revista pessoal e íntima do reclamante, que não era realizada em todos os empregados. Os arestos transcritos não tratam do dano moral nesta circunstância, uma vez que o reclamante era submetido a situação constrangedora, não imposta a outros empregados. Incidem as Súmulas nºs 23 e 296 do TST. Recurso de revista não conhecido. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. HIPÓTESE DE CABIMENTO. Na Justiça do Trabalho, a condenação ao pagamento de honorários advocatícios, nunca superiores a 15% (quinze por cento), não decorre pura e simplesmente da sucumbência, devendo a parte estar assistida por sindicato da categoria profissional e comprovar a percepção de salário inferior ao dobro do salário mínimo ou encontrar-se em situação econômica que não lhe permita demandar sem prejuízo do próprio sustento ou da respectiva família (Súmula nº 219 do TST). Recurso de revista parcialmente conhecido e provido. ( RR – 90540-98.2000.5.17.0001 , Relatora Juíza Convocada: Maria Doralice Novaes, Data de Julgamento: 19/04/2006, 4ª Turma, Data de Publicação: DJ 05/05/2006) (grifei)

REVISTA ÍNTIMA DE EMPREGADO E SEUS PERTENCES. OBSERVAÇÃO AOS LIMITES IMPOSTOS PELA RAZOABILIDADE, COMO FORMA DE ASSEGURAR A LICITUDE DA CONDUTA PATRONAL. Ofende a incolumidade subjetiva do empregado a utilização de procedimento de revista quando não efetuado em caráter geral que observe critérios objetivos. Ilicitude agravada por sua realização em local inapropriado, por se tratar de acesso comum às demais pessoas. Condenação à reparação por danos morais que se mantém.(TRT-1 – RO:12527320115010204 RJ: Relator: Nelson Tomaz Braga, Data de Julgamento: 04/07/2012, Sexta Turma, Data da Publicação: 2012-07-13) (grifei)

Diante de todo exposto, a ideia por nós apresentada é a utilização da tecnologia disponível a fim de evitar ao máximo a revista íntima, ou até mesmo excluí-la.

O sistema de utilização tradicional de uso dos portais detectores de metais, em todos os eventos de detecção, exige a manipulação humana no processo de revista.

detector de metais em industria

Nesse sentido, nossa empresa criou o Sistema de Registro de Imagens Para Detector de Metais do Tipo Portal Vaktare, visando uma solução rápida, econômica e segura para as empresas. O sistema Vaktare, captura uma foto do indivíduo, toda vez que este passa pelo equipamento em posse de metais acima do limite configurado no detector, dispensando a manipulação humana em tempo integral.

Assim, através de um banco de dados próprio, é fornecida para a empresa os  números de registros realizados dos colaboradores, apontado os maiores índices captados pelo detector. Dessa forma, a equipe de RH ou outro responsável, poderão solicitar esclarecimentos junto aos empregados sobre seu alto índice registros feito pelo equipamento. Tal procedimento é menos invasivo, embasado em registros imparciais, vez que são realizados por um equipamento. Além disso, é dispensado o contrato direto e invasivo da revista pessoal.

Tomando essas precauções, como cuidado ao proceder a revista e utilizando a tecnologia a seu favor, a empresa elimina quase que completamente os riscos de uma eventual demanda judicial, uma vez que não expõe o funcionário a situação vexatória. Sem perder, contudo, o objetivo da medida, que é ter um controle do seu patrimônio.

Juliane Pimentel – Advogada OAB/RS 108.053